REPERCUTIU NA MÍDIA

O deputado federal Beto Rosado (PP) está um danado.

Há poucos dias lançou a Frente do Petróleo na Câmara Federal, e ontem lançou a Frente da Energia Renovável, da qual foi indicado presidente.

Da bancada do RN, presentes a senadora Fátima Bezerra (PT) e o deputado Rafael Motta (PROS).

Ao participar do lançamento, o gerente de Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Jorge Paglioli, destacou que o ministro Eduardo Braga apoiava a iniciativa.

“As políticas formuladas pelo Ministério conferem validade a essa frente. Confiamos que a Casa será parceira na evolução dos desafios que temos de ordem tributária, técnica e legal. Sem dúvida, o Ministério sempre estará presente aqui.”
O líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), que também participou do lançamento, defendeu uma ação junto ao poder executivo para que o Fundo de Desenvolvimento do Nordeste, região com grande potencial na geração da energia renovável, possa oferecer mais incentivos à produção dessas fontes. “O Brasil tem que apostar nas fontes do futuro e nós iremos fazer essa ação junto ao governo.”
A presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica – ABEEÓLICA, Élbia Ganon, lembrou que em termos de matriz energética, o Brasil é o país mais renovável do mundo.
“Diante dessa quantidade imensa de recursos disponíveis, o Brasil sofre um dilema que é administrar toda essa riqueza. Logo, o que precisamos aqui é entender melhor a natureza técnica e econômica de cada recurso renovável para poder empregá-lo com eficiência. Esse é um desafio da frente.”
Vice-presidente da Associação Brasileira de Energia Solar – ABSOLAR, Guilherme Syrkis ressaltou que o ano de 2015 tem sido muito especial para o setor.
“Quando começamos em 2012, um cliente conseguia pagar um projeto em 12 anos. Três anos depois isso caiu para 6 anos. Isso mostra o potencial de crescimento da energia solar e o poder de barateamento de seus custos”.
A Frente Parlamentar Mista em Defesa da Energia Renovável tem a participação de 220 deputados e 13 senadores, além do apoio de 8 associações do setor energético, entre: ABEEÓLICA, ABIAPE, ABIMAQ, ABRAGEL, ABRAVA, ABSOLAR, APINE E ÚNICA.
As 8 representam as fontes de energia eólica, solar, biomassa e de pequenas centrais hidrelétricas.
Fotos Vanessa d’Oliviêr

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